
Name: Cho Dalmi
Birth: March 29, 1692
Specie: Witch
Sexuality: Straight
Status: Taken
MBTI: ESTJ

Aos 29 de Março de 1692, Hyejin e Siwoo, bruxos milenares que viviam pela região de Salem, nos Estados Unidos, deram luz ao primeiro fruto de seu amor: Cho Dalmi. Criada em meio a uma guerra sem sentido, entre humanos e o mundo bruxo, Lua, como fora chamada desde criança, aprendeu a lidar com seus poderes e desenvolveu suas habilidades, buscando um lugar que encaixasse perfeitamente para manter sua família unida, assim como os pais deram suas vidas para fazer.
Viveu aliada ao Tríplice Coven, na cidade de Milão, Itália, por longos anos, onde desenvolveu a maior parte de seus poderes e sua aptidão para magia obscura. Quando a aliança ao coven não fez mais sentido aos seus princípios e estilo de vida requerido por sua família, abandonou as atividades e se misturou gradualmente aos seres humanos.
Likes: snow and sukie; zarco; cats; tea; jotinha; hamburguer; italian food; tulips; r&b music; singing in the shower; call friends; comedy shows; clean for think; stare at the night sky.
Dislikes: crowd of people; weakness; irresponsibility; liars; purple, unless it's on tulips; fire; spider; broken promises; fake; cooking alone; messy places; being late; horror movies.

Os primeiros indícios de bruxaria, notados por um homem comum, foi logo no início dos tempos, durante os primeiros séculos depois de Cristo, quando testemunhas afirmaram ver pessoas que tomavam a forma de coruja, e mulheres que voavam durante a calada da noite, sedentas por sangue humano, cruéis, capazes de matar sem dó. A ideia e o medo do que poderia acontecer com a humanidade, se de fato essas criaturas existissem, se espalhou entre os seres comuns durante o correr dos tempos, tornando a vida de seres abençoados cada vez mais difícil.É uma benção, diziam entre si, nas reuniões de antigos covens, quando questionados pelas crianças que cresciam em sua espécie. Os deuses, justos e misericordiosos, precisavam de seres especiais para que o bem fosse maior do que o mal na terra, e por isso havia dividido o dom do conhecimento da verdade com pessoas como elas. Explicavam que o poder que detinham, a manipulação da natureza e conhecimentos profundos que pessoas normais passaram a denominar como magia, nada mais era do que um presente divino, direcionado a dedo para aquele que o receberia.Durante toda a vivência da humanidade, até o momento em que o medo se alastrou pelo planeta, humanos e bruxos viviam em harmonia. Os bruxos eram considerados sábios e imponentes curandeiros, que ajudavam os humanos a tratarem seus males com precisão. E essa verdade permaneceu por muito tempo.
Mas, assim como entre os homens, a sede de poder e força também nascia nos corações de seres gananciosos, e movida pela ambição e insatisfação contra os deuses, julgando seres humanos fracos e impuros, nasceu Estrige.Filha de Foltest e Adda de Teméria, fruto de uma relação incestuosa, diz-se que a feiticeira foi amaldiçoada, e por isso era como era desde os seus primeiros anos. Quem a conhecia de perto, temiam por seu poder, e aqueles que passaram a lhe conhecer apenas mais tarde, sentiam-se na obrigação de respeitá-la. Estrige, como foi chamada a bruxa, era uma mulher de aparência luxuriosa, atraía olhares por onde passava, e desejava mais. Olhava a todos com os olhos vermelhos brilhantes, fazendo com que se pusessem de joelhos à sua presença, julgando-os um a um. Seres humanos eram míseros fracassados para si, e por isso é que pensava estar a seu poder decidir o que fazer com eles. Foi a partir dessa época então, que ouviram falar da existência de outras espécies de criaturas mágicas: obras de Estrige, fadadas a viver sobre sua maldição, pelo resto de suas vidas.Enquanto reunia seu exército, obrigando pessoas a se juntar a seu coven, Estrige amedrontou homens, mulheres e crianças, tomando uma série de vidas humanas para transformá-los em lobos, vampiros e o que mais achasse que lhe seria útil. Os deuses, inconformados com a petulância e coragem exibida pela poderosa bruxa, ordenaram que todos se juntassem em prol de pará-la, e por isso é que muitos bruxos se deslocaram de seus países de origem, viajando o mundo em reuniões e reuniões, buscando a melhor forma de vencer a praga que se espalhava entre, agora, todas as criaturas mágicas.Essa foi a última história que Hyejin, mãe de Dalmi, Sooyoung e Wheein contou para as meninas, ainda crianças, na noite anterior à sua morte. Como se contasse para as filhas os motivos de serem tão violentamente perseguidos, explicou, principalmente para a mais velha das três, que a humanidade estava traumatizada, e por isso é que também deixavam com que a ganância e a sede pelo poder tomasse conta de suas vidas, fazendo com que sacrificassem vidas tão importantes quanto as de outros bruxos.Dalmi, ou Lua, como é conhecida hoje, viu o desespero correr os olhos de seu pai, quando de forma rápida se abraçou às três filhas, tampando os ouvidos das mais novas com suas mãos, ao que o grito agudo da mulher ainda jovem ecoou pela propriedade, enquanto o homem recitava baixinho, com a voz nervosa, um compilado de palavras desconhecidas, tirando-os daquele local. Lembra-se perfeitamente de sentir o corpo pequeno se arrepiar de medo quando viu homens mascarados com foices adentrarem o quarto em que estavam, como se procurasse alguma coisa, e sentiu a cabeça doer enquanto o corpo ardia desesperadamente, a primeira vez em que foi quase foi consumida pela força, ainda incontrolável, de seu poder.Quando estavam seguros, longe do local em que viviam antes, crescendo cercados de bruxos de diferentes localidades, as três bruxas foram ensinadas diferentes técnicas de proteção e magias defensoras, cada uma desenvolvendo uma habilidade diferente e concentrando seus poderes em um ponto da natureza.– Era uma noite incrível, quando sua mãe te deu a luz. – Lua ouviu o pai contar novamente. Aos dez anos, enquanto catava algumas pedrinhas pelo chão por onde passavam, o dia se desfazendo no horizonte, e dando lugar à noite de pequenas estrelas no céu, Dalmi já sabia, mais ou menos, como havia sido o dia de seu nascimento, mas de alguma forma, naquele dia, quando seu pai lhe falou, pareceu mais sério. Viu o homem de aparência jovem encarar o desenho ainda claro do satélite alto no céu, e então desviar o olhar na sua direção novamente, antes de gritar com Aurora e Mariah, que se perdiam em uma brincadeira apenas entre elas. – A lua é tudo o que você é, Dalmi-ah. Todo o seu ser e a sua força, estão na lua. Toda a sua energia vem da lua. Você é filha da lua, Dalmi.Demorou um pouco até que compreendesse o que seu pai estava falando quando lhe chamou a atenção para o que significava seu nome, mas ao longo de sua vida, entendeu exatamente o que ele dizia. Assim como a lua, sua força era variada em fases, e extremamente poderosa. Sedutora como a luz da noite, e a salvação ou a desgraça de alguns, Dalmi passou anos treinando e se esforçando para ser uma bruxa que pudesse fazer exatamente aquilo que não pode fazer pela mãe, anos antes: proteger.Após perderem o pai também, vendo-o ser levado quase da mesma forma que a mãe, Dalmi sabia que não poderiam viver apenas por si mesmas. Não enquanto o mundo humano ainda não compreendia a nocividade de suas ações. A necessidade, aliada aos talentos imensuráveis das três bruxas, que andavam sempre juntas, inseparáveis como tinha de ser, as levou até um antigo coven, regido por uma velha amiga de seus pais. Foram aceitas imediatamente, e permaneceram um bom tempo junto àquela organização.Existem escolhas e escolhas, segundo a mente da bruxa mais velha da família, de acordo com o que ela mesma havia ouvido tantas vezes, enquanto crescia nesse meio. Na vida, você escolhe viver, ou morrer, e para Dalmi, perder mais alguém de sua família estava fora de questão. Daria a própria vida se isso a ajudasse a proteger as irmãs, e foi por isso que se dedicou com afinco às atividades do coven. Guardar sua família estava acima de qualquer coisa que havia no mundo, e o propósito da união de bruxos durante todas aquelas reuniões era exatamente esse: proteção uns dos outros.A dedicação que depositava nas atividades do clã, levou as bruxas a altos patamares dentro da organização, que por longos anos seguiu sendo sua casa, enquanto passavam por vários lugares do mundo. E ainda que vivessem de forma discreta, a perseguição às bruxas, por vezes que parecia mais branda, seguia fervorosa. E escolhas são escolhas, por isso é que se faz o que se faz. Quando estavam ameaçadas novamente, prometendo a todos que seriam pelo bem maior, é que suas vidas mudaram para sempre.Enquanto a irmã do meio reclamava excessiva preocupação, acompanhada da mais nova, que por mais que cumprisse suas obrigações, expressava o imenso desejo de liberdade, é que cumpriram sua última atividade com o coven, ainda que a ligação de Lua com a organização fosse tão forte quanto sua ligação com a arte das trevas. Ao início do século XX, enquanto a praga se espalhava pela Europa, dizimando um quarto da população mundial daquela época pelos próximos dois anos, as irmãs Cho encerraram sua ligação com o coven, carregando o peso da morte de milhares de pessoas pelo resto de suas vidas.
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